Sobre la revista
Foco e Escopo
A Revista (Re)Definições das Fronteiras tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento dos estudos fronteiriços e seus campos afins. A revista convida a submissão de manuscritos com rigor e avanços teóricos, metodológicos e empíricos sobre o tema fronteiras.
O público-alvo da Revista (Re)Definições das Fronteiras são pesquisadores, acadêmicos e profissionais interessados na análise das fronteiras nas diversas áreas do conhecimento, com foco na ciência política e relações internacionais, mas também à partir do direito, geografia, sociologia, economia, entre outras.
ISSN 2965-2901 (on-line)
ISSN 2965-2987 (impresso)
Principais informações
Periodicidade: Fluxo contínuo
Submissões:
- Artigos científicos
- Dossiês temáticos / Edição especial
- Entrevistas
- Resenhas
- Artigos de opinião
Idiomas: português, espanhol e inglês
Sistema de avaliação:
- Artigos científicos/dossiês temáticos: avaliadores por pares duplo-cego.
- Entrevistas: avaliação editorial
- Resenhas: avaliação editorial
Custo de processamento e de submissão: gratuito
Endereço e Contatos
Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras – IDESF
Travessa Cristiano Weirich, 91. Edifício Metrópole, sala 311 e 311A. Centro.
Foz do Iguaçu-PR, Brasil. CEP 85851-140
(45) 3029-7020
revistaredefinicoes@idesf.org.br
Número actual
Mediante un enfoque metodológico mixto, el estudio «El nuevo mapa del contrabando: el auge de las facciones en los mercados ilegales» combina investigación documental, análisis de datos secundarios, estudios de mercado para encuestas de precios, entrevistas con expertos, estudios de caso, análisis comparativo y análisis geoespacial para mostrar los impactos del contrabando en la actualidad, así como las diferencias con respecto a los datos del primer estudio del IDESF sobre el tema, realizado en 2015. Se identificaron varios hallazgos; entre los principales, se hizo evidente un proceso de hiperespecialización de la dinámica criminal en lo que respecta a la logística aplicada al contrabando. A diferencia de hace una década, cuando los contrabandistas eran numerosos y estaban desconectados entre sí, los costos varían según las dificultades. Actualmente, se ha observado una homogeneización, con un margen de costo logístico promedio fijo del 22 %, independientemente del tipo de mercancía.